
Adotar um estilo de vida saudável não é apenas cuidar da saúde do corpo. É cuidar dos sentidos, agitar a mente e as emoções. É encontrar-se consigo mesmo, com as coisas do mundo, com a natureza.

Nosso corpo somos nós
Ao longo da história, as relações entre saúde e atividade física foram se modificando, permitindo a inclusão de um maior número de pessoas e sendo compatíveis com o ritmo de vida moderna.
O sedentarismo é um fenômeno relacionado às demandas da vida moderna. A modificação deste estilo de vida exige um novo olhar sobre o papel do corpo no desenvolvimento humano; exige que o indivíduo olhe mais para si mesmo, questione a organização da cidade, das relações de tempo, de trabalho, o transporte e o lazer. É necessário que o indivíduo busque mudar sua forma de relacionar-se com os outros e com o meio ambiente não apenas engajando-se em algum programa de esporte ou atividade física, quase como um remédio amargo ou pontual.
Nós não temos um corpo: nosso corpo somos nós. O corpo não é separado, nem muito menos oposto à inteligência, aos sentimentos. Ele nos abriga por inteiro. O corpo guarda nossa memória, nossos desejos, pensamentos e sentimentos. Ele não é um instrumento, uma máquina de ossos, articulações, músculos e sistemas de distribuição de energia. Nesta concepção, o exercício não é atividade física, mas corporal, porque envolve o indivíduo como um todo.
Os programas de atividade corporal precisam investir mais no ensinar as pessoas a reconhecer o próprio corpo, buscando a saúde e a autonomia, considerando sua inteligência, sensibilidade, cultura e necessidades individuais. Relações entre saúde e atividade corporal vão muito além da ginástica ou da caminhada e têm pouco a ver com um corpo idealizado como perfeito. Tem a ver com nossa identidade.

Nosso corpo somos nós
Ao longo da história, as relações entre saúde e atividade física foram se modificando, permitindo a inclusão de um maior número de pessoas e sendo compatíveis com o ritmo de vida moderna.
O sedentarismo é um fenômeno relacionado às demandas da vida moderna. A modificação deste estilo de vida exige um novo olhar sobre o papel do corpo no desenvolvimento humano; exige que o indivíduo olhe mais para si mesmo, questione a organização da cidade, das relações de tempo, de trabalho, o transporte e o lazer. É necessário que o indivíduo busque mudar sua forma de relacionar-se com os outros e com o meio ambiente não apenas engajando-se em algum programa de esporte ou atividade física, quase como um remédio amargo ou pontual.
Nós não temos um corpo: nosso corpo somos nós. O corpo não é separado, nem muito menos oposto à inteligência, aos sentimentos. Ele nos abriga por inteiro. O corpo guarda nossa memória, nossos desejos, pensamentos e sentimentos. Ele não é um instrumento, uma máquina de ossos, articulações, músculos e sistemas de distribuição de energia. Nesta concepção, o exercício não é atividade física, mas corporal, porque envolve o indivíduo como um todo.
Os programas de atividade corporal precisam investir mais no ensinar as pessoas a reconhecer o próprio corpo, buscando a saúde e a autonomia, considerando sua inteligência, sensibilidade, cultura e necessidades individuais. Relações entre saúde e atividade corporal vão muito além da ginástica ou da caminhada e têm pouco a ver com um corpo idealizado como perfeito. Tem a ver com nossa identidade.




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